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Facilitadores da Mudança by Maria Tarré

“Não são as espécies mais fortes e inteligentes que sobrevivem. São aquelas que melhor se adaptam à mudança.”

Charles Darwin

 

Deparamo-nos com um mundo em constante mudança. Não só pelas inúmeras vezes que somos chamados a enfrentar o inesperado, mas também pela velocidade e flexibilidade que se imprimem nas transformações no mundo organizacional, exigindo do trabalhador uma predisposição para o movimento e desafio.

 

Quando nos confrontamos com a necessidade de implementar mudanças, é importante não só convencer as pessoas envolvidas dos benefícios, mas também compartilhar anseios, inspirar as pessoas a seguir o foco da empresa, fazê-las compreender os processos e os porquês e mostrar confiança de que a instabilidade momentânea se mostrará favorável.

 

Em qualquer processo de transformação, é essencial perceber o que as pessoas pensam e que intervenções poderão surtir um resultado mais promissor consoante os indivíduos, os grupos e a cultura organizacional em questão. Entende-se, então, que é essencial adequar a mudança pretendida à cultura organizacional e aos objetivos definidos para a empresa, seguindo uma linha que permita a mais fácil compreensão e ajuste ao colaborador. Deve-se fomentar uma visão da mudança como algo benéfico para a estrutura organizacional, mostrando uma abordagem simples e adaptada a todos.

 

Desta forma, torna-se imprescindível saber gerir a mudança: aliviar medos, comunicar eficazmente e desenvolver planos simples, mas estruturados para a sua implementação que sejam do conhecimento de todos, para que as pessoas se sintam envolvidas no processo e queiram, ativamente, fazer parte do mesmo. Para além disso, quem preconiza a mudança deve comprometer-se totalmente com a mesma, liderando-a!

 

Ter consciência dos perfis comportamentais de cada colaborador que está implicado na mudança, torna-se também primordial quando nos deparamos com a mesma. Cada membro atuante na organização, irá reagir de forma diferente às exigências e estímulos propostos: traçar o perfil comportamental de cada membro da equipa contribui, em larga escala, para a otimização de resultados, melhoria do desempenho e do comprometimento de cada um! Desta forma, utilizando a metodologia DISC, que mede o comportamento das pessoas, é possível analisarmos em que equipa estamos a implementar alterações, que cuidados devemos ter para influenciar estas pessoas, se se tratam de colaboradores mais orientados para a estabilidade ou para a mudança!

 

Todo o processo de mudança requer, ainda, tempo e amadurecimento, é necessário evoluir, mas fazê-lo de forma cuidada para que todas as alterações sejam absorvidas. É possível caminhar para a transformação, abordando, envolvendo e influenciando os diferentes perfis comportamentais, para que esta seja, no final, uma mudança abraçada por todos.

 

Mais sobre a metodologia DISC em http://teambuilding.pt/metodologia-disc/

 

Este artigo foi escrito por:
Maria Tarré | Estudante de Psicologia @Team Building

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